O desmonte da saúde pública.

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Em conversa com minha querida Mãe Dinah, chegamos a seguinte conclusão com relação a saúde pública no município de Imperatriz: Com quase 30 dias a frente da Prefeitura Municipal de Imperatriz, Assis Ramos mostra que esta totalmente perdido, ou pelo menos é isso que ele quer que a população perceba. Na verdade o abandono da saúde é proposital, faz parte de um engenhoso plano que esta sendo arquitetado na calada da noite. A ordem é deixar o caos se instalar na saúde a ponto do Alcaide tirar dos seus ombros a sua responsabilidade e transferi-la para o estado, ou ainda, realizar o sonho do Deputado Antônio Pereira, terceiriza-la. É sabido que a inviabilidade financeira do Município de Imperatriz decorre, exclusivamente, do tamanho da carga com a saúde, principalmente com as portas abertas do Socorrão para o mundo.
Assim, vamos analisar os últimos acontecimentos:
1. O Governo Assis mandou Chico do Planalto fazer um laudo, cujo resultado afirma, categoricamente, que o Socorrão encontra-se em péssimas condições, e que não dispõe de qualquer condição de funcionamento. Esse laudo foi distribuído no Ministério Público e no Ministério da Saúde;
2. Em ato contínuo todo o setor de compras e contratos da Saúde foi desmobilizado, e com isso, os termos de referências para as compras de medicamentos e todos os insumos do socorrão não foram elaboramos mesmo diante da escassez. Ou seja, até agora, o termo de referência com as demandas não chegou na CPL para licitar, e já esta faltando praticamente tudo, luvas descartáveis, gazes etc;
3 – O “prefeito honesto” sentou com o Sindicato da Saúde e prometeu equiparar o vale-alimentação aos dos professores, fechou um acordo de cavalheiro para atualizar o pagamento desse benefício.
Resumo da ópera: Ele colocou em marcha, astutamente, o fechamento do Socorrão, a maior sangria existente no município de Imperatriz, que, sem o HMI, permite que lhe sobre cerca de R$ 8 milhões de reais por mês para sua gestão. 
Ao instalar o caos no socorrão e como o fechamento se dará agora, com o argumento que ele tem 21 milhões de dívidas, e que o município não tem dinheiro, ou o estado ou a união vai ter que assumir a carga do HMI, ou como ele tanto quer, com a ajuda e a experiência do Deputado Antonio Pereira, ele faz uma licitação e entrega de mãos beijadas a saúde para que uma empresa terceirizada possa administrá-la. Quando o ministério público apertar, o delegado chama os promotores e os sindicatos e diz, na lata, entrei agora, achei essa enorme dívida e não tenho dinheiro. E ainda com toda a honestidade que lhe é peculiar, ele terá a coragem de dizer: “gente me ajudem a encontrar uma solução”. Temos também a terceirização da merenda escolar, que, inclusive, segundo informações já tem até a empresa no gatilho, mas isso ficará pra outro post.

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