Desde que o Prefeito Assis Ramos assumiu, a perseguição em cima dos servidores municipais tem sido grande.  Assis já cortou as gratificações, fazendo com que alguns passassem a receber menos da metade daquilo que vinham recebendo. O Alcaide anunciou pra cidade que quase 70% daquilo que era arrecadado era desviado na receita municipal, no entanto até agora ninguém foi preso. O truculento prefeito cancelou o seletivo da SEDES sem se quer ouvir a Secretária Fátima Avelino. Agora por ultimo baixou um decreto trazendo insegurança jurídica para os servidores, esse decreto esta sendo chamado de DECRETO DO CÃO. Os servidores que já tinham perdido o CET (condição especial de trabalho), com esse decreto perde também o OITO, NOVE e até o DEZ. 

Prefeito Assis Ramos realmente não tem condições nenhuma de continuar no cargo. Além da completa falta de experiencia com a administração, acabou nomeando assessores piores do que ele, o resultado tai, uma cidade abandonada, e agora começa a mostrar sinais de desequilíbrio emocional. Assis botou pra fora de seu gabinete o Vereador Carlos Hermes, que tinha ido até ele na esperança de conseguir revogar um decreto do Alcaide que ta matando os servidores públicos, “…me negando o direito de concluir minha fala e em seguida se levantou caminhando em minha direção determinando que eu saísse de seu gabinete ou ele sairia. Por um momento imaginei que seria agredido fisicamente”. Prefeito Assis Ramos com essa atitude acaba afrontando o Poder Legislativo, Carlos Hermes estava ali em nome dos servidores do município. A Câmara Municipal tem que solidarizar com o Edil e tomar providências urgentes. Veja abaixo o desabafo do Vereador Carlos Hermes:

Tem certas coisas que esses prefeitos fazem, que realmente não da pra entender. O Prefeito de Porto Franco, Nelson Horácio, vai gastar somente com peças de veículos da frota própria do município, o equivalente a trinta Onix Chevrolet zero bala, quase R$ 1,2 milhões de reais, e o mais curioso, apenas uma empresa ganhou as três licitações, a Motor Diesel de Imperatriz. Não seria melhor leiloar a frota velha e adquirir veículos novos, com garantia de fabrica?Veja abaixo os extratos:

Governador Flávio Dino se mostra a favor da baderna que alguns grupos promoveram no pais hoje. Enquanto alguns desocupados tentaram parar o pais, a grande maioria estava trabalhando e procurando uma forma de sair dessa imensa recessão promovida por alguns ladrões que saquearam o nosso pais.

Um caminhão com madeiras serradas foi apreendido pelo Ibama por estar ilegal, a madeira foi doada para a Prefeitura de Governador Edison Lobão, segundo denúncias feitas ao Blog, o Prefeito Geraldo Braga teria doado parte da madeira para uma empresa privada. O Blog entrou em contato com o Secretário de Meio Ambiente, Hamilton Miranda, ele disse que a informação não é verdadeira, e que a madeira foi usada para fazer mesas e carteiras escolares. Seria bom o prefeito vir a publico e dizer o que realmente aconteceu, a denúncia é muito grave, o Ministério Público e a Policia Federal precisam investigar.

Por O Antagonista – Alunos do ensino médio do Colégio Santa Cruz, em São Paulo, divulgaram uma carta para responder aos professores que aderiram à “greve geral” de amanhã.

É uma carta que deveria ser motivo de orgulho para os pais dos alunos e também para o colégio.

Eis a carta:

Carta em resposta ao corpo docente do Colégio Santa Cruz

Em primeiro lugar, é necessário dizer que temos um profundo respeito pelo corpo docente do Colégio Santa Cruz, que realiza seu dever de nos educar de forma exemplar, e com o qual possuímos muitas ideias em comum. Reconhecemos também que foram esses professores que nos possibilitaram desenvolver as competências necessárias para entrar no debate político e sempre nos deram o espaço para exercermos nossos questionamentos. Apesar disso, seria impossível não nos posicionarmos frente ao que consideramos uma visão equivocada, com prováveis consequências catastróficas para o País como um todo.

Após ler a Carta Aberta escrita pelos professores referente à decisão de paralisação no dia 28 de abril de 2017, sentimos a necessidade de redigir essa resposta explicitando nossa posição. Reconhecemos o direito à greve e à livre manifestação de ideias e entendemos que a Carta justifica a ação dos professores, porém acreditamos que o posicionamento contra a Reforma da Previdência seja profundamente equivocado. Além disso, a Carta passa ao largo das questões centrais envolvidas, apelando para noções generalistas de “justiça social”. Pauta-se em um maniqueísmo exacerbado e parte, desde a 1ª linha, do pressuposto de que as reformas propostas pelo Governo Federal são ruins para o país e, especialmente, para os mais pobres. Essa forma de pensar apenas simplifica e empobrece o debate. Com o objetivo de justificar a decisão dos professores, a argumentação esconde-se atrás de uma suposta “proteção de direitos”, defende a manutenção do status quo e falha em criticar aspectos objetivos da proposta de reforma. Acontece que um direito ser garantido por lei não garante o orçamento necessário para cumpri-lo. Sendo assim, a Carta defende que se mantenha o rombo crescente da Previdência. Esse rombo foi, segundo dados do próprio Governo Federal, de cerca de 300 bilhões de reais ano passado (5% do PIB), e tende a crescer conforme a população envelhece. Isso impede tanto a estabilidade fiscal como maiores investimentos em outros setores. Em um país que, falando de Previdência, estão postas duas opções: a Reforma proposta pelo Governo ou o sistema atual, defender a segunda opção é usar o discurso da defesa de direitos para, na realidade, defender privilégios. Dentre estes privilégios, há por exemplo o fato de funcionários públicos se aposentarem fora do RGPS (recebendo o equivalente a seus salários anteriores, ignorando o teto de 5.300 reais que vale para todos os outros trabalhadores). Ademais, o modelo atual permite que os mais ricos se aposentem mais cedo, já que têm muito mais facilidade para contribuir para a Previdência, criando casos absurdos e indefensáveis, como o fato de o presidente Michel Temer ter se aposentado como promotor público aos 55 anos de idade.

Não nos enganemos; ir contra a reforma da Previdência é também defender que um funcionário público continue recebendo em média três vezes mais do que um trabalhador regular (Consultoria de Orçamento da Câmara dos Deputados), e que a média de aposentadoria no Judiciário, de 25.700 reais, não seja alterada. Dinheiro esse que poderia ser revertido para outras áreas fundamentais, nas quais o investimento governamental é raquítico, como por exemplo saneamento básico, saúde e educação.

Além disso, o Brasil já gasta uma porcentagem maior do PIB em Previdência do que a média da OCDE, mesmo sendo um país relativamente jovem. Com o envelhecimento do país, que ocorre a passos largos, segundo o IBGE, os improcedentes 13% do PIB gastos pelo Brasil só tendem a aumentar. Não obstante, o número proporcional de pessoas economicamente ativas tende a diminuir. Ou seja, enquanto a expectativa de vida só aumenta e a população em geral só envelhece, parece razoável aos professores que as regras se mantenham as mesmas.

Ao dificultar a aposentadoria por tempo de contribuição, a Reforma Previdenciária contribui para a diminuição da desigualdade no Brasil, visto que, no geral, quem se aposenta antes dos 65 anos são os mais ricos, em decorrência da dificuldade dos mais pobres de serem empregados com carteira assinada de maneira regular. Segundo o DataPrev, o valor médio concedido por tempo de contribuição é de mais de 2 salários mínimos, enquanto o concedido por idade supera por pouco a faixa de 1 salário mínimo.

A posição defendida pelos professores falha em apresentar embasamento técnico e econômico. Defender políticas públicas pautadas em ideais de “justiça” e “defesa dos mais pobres” é meio caminho andado para a irresponsabilidade fiscal. Essa irresponsabilidade fiscal, muito presente nos governos da ex-presidente Dilma, gera inflação, que pune majoritariamente os menos favorecidos. Em conclusão, parece evidente que, apesar das mudanças propostas apresentarem vários defeitos de origem, forma e conteúdo, as reformas em curso conduzidas pelo atual governo estão em geral no caminho correto de um arcabouço regulatório e legal mais moderno que reduz burocracias, fomenta crescimento e principalmente elimina privilégios construídos ao longo de décadas e que são, além de injustos, completamente insustentáveis do ponto de vista das finanças públicas.”

Agora vai, agora a administração do Prefeito Assis Ramos pega ritmo, essa conclusão se da pelo tamanho da licitação de cópias reprográficas, as famosas XEROX, que o prefeitão esta fazendo. São 450 mil xerox somente para a SEDES, para um período de apenas um ano, são cerca de 40 mil xerox por mês. Levantamento feito pelo Blog, no Governo Madeira foram consumidas cerca de 75 mil xerox na SEDES durante um ano inteiro, e detalhes, a secretaria não tinha nenhuma maquina de xerox, hoje tem várias. Assis disse que iria fazer diferente, realmente, quanta diferença.

Imperatriz sediou hoje na Câmara Municipal a XI Reunião do Parlamento Amazônico, que é composto por deputados estaduais de nove estados da Amazônia Legal. Os parlamentares tiveram a oportunidade de conhecer de perto o modelo de administração publica implantada pelo competentíssimo Prefeito Assis Ramos. Quatro meses de governo e nenhuma ação, ou quase nenhuma, o que se viu até agora, foi muita lamúria e perseguição aos servidores públicos. Essas fotos foram tiradas hoje de manhã ao lado da Câmara Municipal, uma vergonha, um prefeito que até agora não disse a que veio, uma câmara omissa onde os vereadores estão preocupados apenas com seus gordos salários e com os empregos dos familiares. O povo de Imperatriz precisa acordar e começar a cobrar nas ruas e nas redes sociais responsabilidade desse prefeito e dos vereadores Labigós. Ninguém aguenta mais tanto descaso.

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